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INSTITUCIONAL: Especialista fala sobre a importância da fisioterapia pélvica para saúde no projeto Momento Qualidade de Vida e Bem-estar

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) promoveu, nessa quarta-feira, dia 7 de abril, a primeira live do projeto “Momento Qualidade de Vida e Bem-estar”, com a fisioterapeuta Taissa Moreno, especialista em fisioterapia pélvica e coordenadora do serviço de Fisioterapia Pélvica da Clínica Qualifisio. Ela abordou o tema “Descomplicando a fisioterapia pélvica: saúde e sexualidade da mulher”. A fisioterapeuta iniciou a conversa ressaltando a importância da fisioterapia pélvica e explicando a localização e a função dos músculos pélvicos. Segundo ela, a fisioterapia pélvica “é uma área dentro da fisioterapia que trata e reabilita as disfunções da pelve ósseas, ligamentares e musculares”.  Taissa apresentou os órgãos pélvicos da mulher: intestino, canal vaginal, útero, trompa, ovário e bexiga e falou sobre os sistemas importantes na pelve – excretor, urinário, obstétrico e sexual. “Uma parte dos músculos da pelve está relacionada à função sexual e os outros, mais internos, são responsáveis pela sustentação, coordenação e evacuação. O peso do útero, por exemplo, fica em cima da bexiga, por isso, a mulher grávida tem mais vontade de urinar”, observou a fisioterapeuta. A especialista falou, também, sobre incontinência urinária, que consiste na perda involuntária da urina pela uretra. Ela destacou que a incontinência é mais comum nas mulheres do que nos homens, quando ocorre, normalmente, após cirurgias de próstata. “O escape urinário pode acontecer fazendo esforço e, até, em uma crise de riso, pois é o aumento da pressão intra-abdominal que gera peso sobre a bexiga. Mas isso só é normal quando somos crianças, fora isso, não. Enquanto a pessoa tiver consciência, tem como controlar essa perda urinária”, alertou. Para Taissa, os casos de constipação – retenção de fezes e dificuldade de evacuação – também merecem atenção: “três em cada quatro mulheres tem ou já tiveram constipação na vida. O grande problema no assoalho pélvico é que, cada vez que uma mulher tenta evacuar, força muito esses músculos. Às vezes, pode chegar ao esforço de um parto. Essa pressão abdominal é jogada em cima do assoalho, favorecendo hemorróidas, por exemplo”. O último assunto do bate-papo foi pompoarismo. A fisioterapeuta esclareceu a diferença entre a técnica e a Fisioterapia. “A Fisioterapia te prepara para conseguir desenvolver a técnica do neopompoarismo – união das técnicas do pomparismo com a ciência – e para conseguir fortalecer os músculos do assoalho pélvico. Um pré-requisito é ter força muscular e o outro é ter coordenação, porque a técnica envolve a coordenação dos músculos do assoalho pélvico com os abdominais”, explicou Taissa. A live foi transmitida pelo Microsoft Teams e pelo canal do TRF1 no YouTube. Caso você tenha perdido ou queira assistir novamente, o vídeo está disponível neste link. PG Assessoria de Comunicação Social Tribunal Regional Federal da 1ª Região  
08/04/2021 (00:00)
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